Por que Deus criou os psicopatas?
Essa é uma pergunta que toca em um dos maiores mistérios da fé e da existência humana. Se o mal é a ausência de Deus e fruto do exercício do livre-arbítrio humano, então por que Deus permite que algumas pessoas já nasçam com inclinações ruins, como no caso dos psicopatas?
A resposta não é simples, mas podemos refletir sobre alguns pontos. Deus permite que isso exista para que o amor seja colocado em prática, para que a graça redentora dEle seja revelada em nós mesmos e para que a justiça divina se manifeste de maneira plena. Se não houvesse liberdade, se todos fôssemos incapazes de escolher ou resistir, não haveria mérito algum no bem, nem autenticidade no amor.
O psicopata, assim como qualquer ser humano, carrega em si a possibilidade de resistir aos seus impulsos e escolher ser uma bênção. Nesse sentido, até mesmo pessoas com inclinações sombrias podem se tornar luz em meio à escuridão. A existência de tais indivíduos também nos lembra o quanto o ser humano precisa da ordem de Deus, do evangelho e da graça, pois sem Ele nossas inclinações naturais são destrutivas.
Deus não criou o mal, mas permite sua existência para que aquilo que é bom seja ressaltado em contraste com aquilo que é mau. O sofrimento causado pelo pecado humano, e especialmente pela ausência de Deus, nos faz compreender com mais clareza a gravidade do afastamento do Criador e a beleza da sua presença.
Ou seja, até mesmo a realidade de pessoas que nascem com tendências duras e difíceis de compreender pode se tornar parte do plano maior de Deus. Elas servem de espelho para que possamos perceber a condição humana, mostrando que sem Deus estamos largados às nossas próprias inclinações, e ao mesmo tempo apontam para a necessidade urgente de redenção, transformação e graça.
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