Pautas prontas de Engenharia Social
Nos últimos séculos, tornaram-se evidentes as pautas prontas e “enlatadas” pela Unesco e por outros órgãos supranacionais, todas estruturadas a partir de estudos profundos sobre técnicas de engenharia social. Essas pautas são sistematicamente importadas para vários países com o objetivo claro de alterar mentalidades e preparar o caminho para transformações sociais que se encaixem perfeitamente na ideologia dos controladores desses órgãos. O que vemos é um mecanismo onde essas instituições preparam e alavancam escritores, intelectuais e jornalistas, transformando-os em meros criadores de narrativas. Esses profissionais passam a atuar como defensores fervorosos da autoridade desses órgãos, funcionando como ferramentas essenciais para que as metas sociais desses grupos globais sejam atingidas sem grandes resistências, uma vez que a narrativa já chega mastigada para o público.
Dentro desse pacote ideológico, temas como a ideologia de gênero, o aborto e a mentalidade contraceptiva figuram como os pilares mais importantes, pois todos convergem para uma finalidade comum, que é a redução populacional e o controle humano. Uma das novidades mais recentes nessa engrenagem é o termo “pobreza menstrual”. É curioso observar como artistas e influenciadores progressistas, que até ontem jamais tinham ouvido falar em tal expressão, subitamente, de um dia para a noite, tornaram-se ativistas ferrenhos em prol das meninas que não possuem condições de comprar absorventes. Na verdade, esses influenciadores apenas recebem essas pautas prontas e as replicam, seguindo uma tática antiga de partidos progressistas que consiste em utilizar questões de higiene ou saúde como um “cavalo de Troia” para discutir sexualidade com adolescentes.
Esse fenômeno, conhecido como higienismo, é uma estratégia vital para a esquerda mundial e já foi utilizado no passado como pretexto para o racismo, para a eugenia, para o autoritarismo sanitário (como no caso da vacina obrigatória) e, agora, serve para implementar o diálogo sexual invasivo dentro das escolas. O objetivo central é incentivar que essas pautas sejam financiadas pelo Estado para que ganhem livre acesso ao ambiente escolar. Enquanto isso, ignoramos propositalmente milhares de pautas muito mais urgentes e importantes, como a qualidade do ensino, a segurança dos alunos, a alimentação escolar, o vestuário e a própria estrutura física das instituições. Afinal, por que o foco em discutir absorventes? O motivo é simples, eles servem como pretextos para introduzir pautas feministas de vitimização e outras discussões de cunho sexual. Infelizmente, essa obsessão em levar a sexualidade para dentro da sala de aula tem prejudicado nossos jovens, empurrando-os precocemente para um mundo sexualizado e roubando-lhes a inocência e o tempo de aprendizado real.
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